domingo, 26 de abril de 2015

Malha e Sashiko, no Bar do Fundo


Taleigo da Malha, linho da família com mais de 100 anos, tingido por mim, com tecido japonês actual, numa cadeira com uma mistura de tecidos, como no patchwork, reforçado com Sashiko. Aqui todas as cadeiras são diferentes!
 De dentro para fora.
 De fora, para dentro.
O lugar ideal para promover um encontro de Sashiko ou de Quilters. Aproveito para perguntar se, além dos workshops no Museu do Oriente, alguém sabe indicar outros locais de formação em Sashiko, na zona de Lisboa/ Sintra.

Gostei da decoração original, do Bar do Fundo.

sábado, 25 de abril de 2015

Quilting, uma nova forma de "bordar" ?!

A ignorância clarifica, selecciona e omite, e assim serenamente passei uma tarde de chuva, ponto a ponto, fazendo o meu primeiro quilting à mão. Tive a sorte de ter uma professora que se negou a fazer o traçado das primeiras linhas, apenas orientando-me. Fez de mim uma aluna autónoma e, apesar da minha falta de confiança, tornei-me atrevida. Encontrei a minha "zona de conforto" e o meu novo Yoga, graças à Rosa Pomar.



 No avesso, seguindo o conselho da Rosa, utilizei as sobras dos tecidos do painel. Nestas fotografias, os pontos são praticamente imperceptíveis.(mas estão lá!)
 No fim deste painel, conto ter o ponto mais regular e a tensão certa do fio!

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Quilting "A Gardener's Journal"





 

Tenho pela frente "Horas a fio", pois decidi seguir o conselho da Rosa Pomar e fazer o "quilting" à mão, algo com que concordei de imediato, porque tudo quanto der para fazer à mão prefiro, para andar com os meus "brinquedos" (dito pelas crianças da família) para todo o lado. A confiança e a motivação para fazer algo que nunca fiz até à data, consegui acreditando nos ensinamentos e palavras da Rosa, "Fazer é poder".No domingo, "Entre a Serra e o Mar", relaxei ponto a ponto, enquanto o Zé fez este registo fotográfico e os cães, após uma tentativa de caça, de não sei bem do quê, renderam-se ao cansaço, observando-nos de um dos seus locais favoritos em dias de sol.

Toda a manta conta uma história. Gosto da minha, mas como anda comigo há tanto tempo, escutou mais histórias do que as que tem para contar! De facto apenas escolhi e conjuguei os tecidos, pensei nos pontos com que gostava de bordar, fiz ligeiras alterações nos blocos e adaptei o desenho da casota do cão, tendo bordado o nome do primeiro cão da família.
 Por tudo isto, e pelas belíssimas mantas que vi nos workshops da Rosa Pomar, comecei a pensar fazer uma manta de patchwork com uma história única, muito minha.
Se tudo correr como estou a idealizar, será feita "pelas mãos de muitos" e será rica em histórias desta família! Só espero conseguir convencer toda a família a colaborar. Mas primeiro tenho de perguntar à Rosa Pomar se será um projecto viável!

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Bolsa Japonesa

 
 Uma bolsa fácil e rápida de fazer. Segui este vídeo e as instruções da Martha Stewart. O dowload do molde é gratuito.
Caneleiras Zitron

 A ideia é a bolsa servir para os meus projectos de malha "portáteis", mas as minhas filhas já se fizeram à bolsa!
Enfim, cá por casa partilhamos quase tudo e isso faz-me feliz, é sinal que gostam do que faço e que as minhas peças não "têm idade", são dos 22 aos 50!
Tecido exterior da bolsa eda Retrosaria, da Rosa Pomar
 Uma pequena nota, para terminar a bolsa as alças têm de ser terminadas à mão com ponto invisível, no entanto encontrei este outro vídeo segundo o qual não é necessário. Em contra partida têm o trabalho de virar as alças, algo que nem sempre é fácil para quem não tem auxiliares como o que é apresentado no vídeo. (em tempos vi à venda na retrosaria do Corte Inglês de Lisboa).
Uma vez mais, partilho este trabalho no blog da Cindy, onde poderão encontar ideias sem fim!

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Campo Inglês e os anos 20

O campo inglês é algo que sempre me fascinou, tal como os anos 20, por isso a leitura da sinopse deste livro de bolso levou-me a o escolher como leitura de "cabeceira e mala".
 Lendo "Duas irmãs numa história de amor e traição" poderia ter feito com que não desse nenhuma hipótese de leitura a este livro! No entanto aprendi que não devemos julgar um livro pela sua capa. Claro que sendo uma "leitora Bertrand" também tenho aconselhamento na livraria que frequento há anos e não estou nada arrependida de ter decidido ler "The House at Riverton", de Kate Morton. Gosto da escrita descritiva e bem adjectivada da autora, que me permite viajar no tempo até ao campo inglês. E mais não digo para não roubar o prazer da leitura deste romance a ninguém, mas podem ouvir aqui o que a autora tem para nos dizer!Durante a minha rápida pesquisa encontrei aqui, neste vídeo, caras para as personagens de Riverton.
Quanto ao tricot, estou a terminar umas meias e já escolhi uma meada para umas caneleiras, bem como as agulhas, desta vez prismáticas!
Gosto de ter umas meias/caneleiras nas agulhas porque, tal como os livros de bolso, posso as levar comigo para todo o lado. A propósito de meias, no livro há referência ao tempo da guerra em que cada um dava o seu contributo, sendo o das empregadas das casas, como a de Riverton, tricotar meias e cachecóis para os soldados.
fotografia daqui
Encontrei este livro na amazon, enquanto pesquisava a imagem anterior.
Partilho e leio sobre tricot e livros no Yarn Along.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Entre Serras

Dividi estes dias de Páscoa entre duas Serras.
A Alentejana...
E a "minha" Serra.
da janela do meu quarto
da outra janela
A "minha" Serra estende-se até ao mar ladeado por pequenas e tranquilas povoações, como a aldeia em verso.
Na "minha" Serra, enquanto a Inês cansou os cães, estudou e pedalou com os primos, eu tricotei umas meias para ela e bordei para a Madalena.

Na Páscoa não faltou um tesouro escondido no jardim dos avós.
Para o pequeno Lourenço, o "Coelhinho" entregou em mãos, um "gande" ovo!
 

A minha afilhada trocou comigo chocolates e eu ofereci-lhe uma aula, de costura, com a Cláudia, onde fez uma saia.
 A minha afilhada, mimando a Loira e o meu afilhado sendo mimado pela Madalena.
A Páscoa em família, vivida entre Serras, era do que eu estava a precisar! Sinto-me em forma para mais um período lectivo.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Estojo para tricot

 




Erros que cometi: o tecido do bolso mais pequeno ficou com as flores de pernas para o ar. Deixei ficar, marca da minha faceta de distraída! Da 1ª vez a fita ficou mal colocada, deve ser "torcida", para ficarem as duas metades bem posicionadas, algo que dispensa a nossa atenção quando a fita não tem direito e avesso.
Alguns pormenores:
Cortei pequenos bolsos com a sizzix. Os de linho, entretelei e dei uns pontos à máquina na abertura do bolso.

Os de burel não mereceram nenhum cuidado especial, pois o burel não desfia.
No forro, para perfumar o estojo, coloquei alfazema.
Fica este vídeo da Cláudia, da Riera Alta que vos poderá ajudar.
Próximo projecto, bolsa para a malha e novelos, personalizada com um S, a ponto de cruz.